Em resumo
- Adesão de cerca de R$ 200 milhões, metade dos R$ 400 milhões em debêntures
- Spread cai de CDI +4,5% para CDI +3,9% ao ano
- Redução estimada de R$ 110 milhões nas saídas de caixa em 12 meses
A CVC (CVCB3) aprovou uma troca de debêntures que empurra vencimentos para março e setembro de 2029 e reduz o custo da dívida. A nova emissão, de até R$ 450 milhões, será subscrita com os papéis das séries CVCB14 e CVCB15, que somam cerca de R$ 400 milhões.
Credores que representam cerca de R$ 200 milhões, metade do estoque, já sinalizaram adesão à oferta coordenada pelo Citibank, segundo o InvestNews e o InfoMoney. A operação não gera caixa novo: as debêntures novas são pagas com a entrega das antigas, em uma estrutura de exchange offer.
Em outubro, a CVC teria de fazer um , dos quais R$ 80 milhões de principal. A companhia estima cortar nos próximos 12 meses.
desembolso de R$ 115 milhões
R$ 110 milhões em saídas de caixa
Spread cai de CDI +4,5% para CDI +3,9%
O corte de 0,6 ponto percentual reduz a despesa financeira das duas emissões. As parcelas que venciam em outubro e em abril de 2027 passam para março e setembro de 2029.
Em abril de 2027, o desembolso cai de cerca de R$ 110 milhões para perto de R$ 25 milhões. Em troca do prazo maior, as garantias sobem para R$ 130 milhões em boletos vinculados às emissões, ante R$ 72 milhões hoje.
“A operação nos dá ainda mais flexibilidade para seguir executando a estratégia da companhia”, disse Felipe Gomes, diretor financeiro.
Caixa recua para R$ 185,6 milhões em junho
O caixa da companhia caiu de R$ 254,6 milhões em março para R$ 185,6 milhões em junho. No primeiro semestre, a CVC consumiu R$ 61,4 milhões, ante geração de R$ 77,8 milhões um ano antes.
No segundo trimestre, a geração operacional somou R$ 60,2 milhões, menos da metade dos R$ 131 milhões de um ano antes. As reservas consolidadas cresceram 0,2%, e o prejuízo líquido ajustado mais que triplicou, para R$ 51,3 milhões.
A antecipação de recebíveis chegou a R$ 1,36 bilhão em junho, ante R$ 1,17 bilhão no fim de 2025. Os juros dessa estrutura somaram R$ 49,7 milhões no trimestre, alta de 30,8%.
Apex Partners pressiona por mudanças na gestão
A renegociação ocorre enquanto a gestora Apex Partners, dona de 15,5% do capital, cobra mudanças na condução dos negócios, segundo o Times Brasil. O veículo registra a aprovação em 5 de setembro; o InfoMoney e outro texto do Times Brasil apontam 4 de setembro.
A oferta tem valor mínimo de R$ 150 milhões e colocação máxima estimada em R$ 428 milhões.
Este texto foi escrito com IA a partir das fontes acima e pode ter erros. Confira os fatos nas fontes. Viu um erro? Avise a gente.