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S&P tira Azul do default e eleva nota a B- com corte de 40% na dívida
Agência projeta alavancagem entre 3 e 3,5 vezes em 2026, ante mais de 6 vezes em 2024 e 2025.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Rating sobe de D para B- com perspectiva estável
- Dívida reduzida em US$ 1,1 bi e leasing em US$ 1 bi
- Alavancagem projetada de 3 a 3,5 vezes em 2026
A S&P elevou o rating da Azul (AZUL3) de D para B-, após a companhia concluir a reestruturação no Chapter 11 dos EUA.
A nota deixa o default para trás e volta ao grau especulativo, faixa em que a agência mantém emissores considerados viáveis, mas ainda expostos a risco relevante em condições econômicas adversas. As fontes divergem sobre a data: a Suno Notícias aponta o anúncio na quarta-feira (25), enquanto o InfoMoney fala em quinta-feira.
Para quem tem a ação, a nova nota indica uma estrutura de capital mais leve, com menos juros a pagar sobre a dívida que sobrou. A perspectiva é estável.
Dívida bruta cai 40% com corte de US$ 1,1 bilhão
A companhia reduziu cerca de US$ 1,1 bilhão em dívida financeira e perto de US$ 1 bilhão em obrigações de leasing, o que representou ajustada. A reestruturação também incluiu: