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Casas Bahia afirma que laudo da recuperação judicial ainda não tem efeito sobre credores
Varejista sustenta que o documento da perita ACFB é informativo e não passou pelo contraditório nem pela apreciação do juízo.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Laudo preliminar foi anexado ao processo em 2 de outubro de 2026
- Companhia diz que documento não foi apreciado pelo juízo e não produz efeitos
- Prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no 2T, 18 vezes maior na comparação anual
A Casas Bahia (BHIA3) informou à CVM e à B3 que o laudo de constatação prévia é preliminar. A resposta foi enviada na noite de quarta-feira (7), depois que o Valor Econômico publicou trechos do documento.
A companhia confirmou que os trechos divulgados refletem, em linhas gerais, o conteúdo do laudo. Sustentou, porém, que o material é informativo e foi elaborado pela perita com base em diligências próprias, dados públicos e informações fornecidas pela própria varejista.
Segundo a Casas Bahia, as conclusões do documento não representam sua posição sobre os temas analisados. O laudo também não passou pelo contraditório da empresa nem foi apreciado pelo juízo da recuperação judicial e, por isso, , seus credores ou seus valores mobiliários.
