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Casas Bahia obtém aval de acionistas, mas Justiça ainda não decidiu recuperação
Tutela de urgência deferida em 28 de agosto segue protegendo a varejista de cobranças enquanto o juízo de São Paulo não se manifesta sobre o processamento do pedido.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- AGE ratificou pedido protocolado em 16/08/2026
- Tutela de urgência deferida em 28/08/2026 segue em vigor
- Justiça ainda não se manifestou sobre o processamento
Os acionistas do Grupo Casas Bahia (BHIA3) ratificaram o pedido de recuperação judicial da varejista e de determinadas subsidiárias em assembleia geral extraordinária nesta segunda-feira (19). A decisão saiu em fato relevante divulgado ao mercado.
O aval formaliza o respaldo societário à solicitação que a companhia já havia enviado à Justiça. Para quem tem a ação, a etapa que falta é a decisão do juízo sobre o processamento do pedido, e a empresa afirma que não há garantia de deferimento nos termos requeridos.
A tutela de urgência é a proteção judicial que impede cobranças e execuções contra a empresa enquanto o pedido é analisado.
