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Aporte de R$ 55 bi ao FGC deve sair do caixa de Itaú, BB, Bradesco e Santander
Moody's calcula que a recomposição do fundo equivale a mais de R$ 8 bilhões por ano em receita líquida de juros perdida pelos bancos, com Selic perto de 15%.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Déficit estimado do FGC: R$ 55 bilhões
- Seis maiores bancos detêm 75% dos depósitos elegíveis
- Impacto anual na receita de juros: R$ 8 bilhões (2,1%)
Os bancos terão de desembolsar R$ 55 bilhões para o FGC após a liquidação de Master e Will Financeira, estima a Moody's. O valor corresponde ao déficit projetado do fundo frente ao índice mínimo de cobertura, de 2,5% dos depósitos segurados.
Quem tem ação de banco carrega parte da conta. Itaú Unibanco (ITUB4), Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11) e BTG Pactual (BPAC11), junto com a Caixa, respondem por 75% dos depósitos elegíveis ao seguro. São esses que pagam a maior fatia da contribuição.
Sobretaxa de 50% até o fundo voltar ao mínimo
O conselho do FGC deve combinar a antecipação de contribuições ordinárias com uma sobre o recolhimento mensal, hoje de 0,01% dos depósitos segurados. A agência de classificação de risco classifica a conta como administrável e não vê risco sistêmico material.