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BB tira R$ 5 bilhões do caixa para socorrer FGC após crise do Master
Banco também eleva a contribuição anual ao fundo de R$ 1 bilhão para R$ 1,5 bilhão, com cerca de R$ 500 milhões a mais em despesas.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- BB retira cerca de R$ 5 bi da tesouraria para o FGC
- Contribuição anual sobe de R$ 1 bi para R$ 1,5 bi
- Cinco maiores bancos respondem por 80% do FGC
O Banco do Brasil (BBAS3) vai antecipar R$ 5 bilhões ao FGC para recompor o caixa do fundo depois da liquidação do Banco Master. O valor equivale a cinco anos de contribuições futuras do banco, segundo o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Marco Geovanne Tobias.
Para quem tem a ação, é dinheiro que sai da tesouraria e deixa de render a Selic. Tobias afirma que a antecipação tem efeito patrimonial, mas custa receita: "Tiramos R$ 5 bilhões do caixa e perdemos a receita de oportunidade desse dinheiro na tesouraria".
Contribuição anual sobe para R$ 1,5 bilhão
A conta não termina no aporte. Com a contribuição extraordinária aprovada, o repasse anual do BB ao FGC sobe de cerca de R$ 1 bilhão para R$ 1,5 bilhão, de acordo com o diretor. A vai direto para a demonstração de resultados.