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Moody's mantém Brasil em Ba1 e vê dívida chegando a 83% do PIB
Agência calcula que estabilizar o endividamento exigiria superávit primário de 2% a 3% do PIB.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Nota do Brasil na Moody's segue em Ba1, com perspectiva estável
- Dívida pública estimada em cerca de 83% do PIB, ante 72% em 2022
- Agência vê necessidade de superávit primário de 2% a 3% do PIB para estabilizar dívida
A Moody's manteve o Brasil em Ba1 com perspectiva estável após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. A agência afirmou que o resultado eleitoral não mudou sua avaliação do perfil de crédito soberano, mas apontou risco fiscal se o governo não avançar em um ajuste mais firme das contas públicas.
A nota Ba1 fica um nível abaixo do grau de investimento, selo que reúne países considerados mais seguros para aplicações. Sem ele, o Tesouro e as empresas brasileiras pagam mais para captar recursos no exterior, e o encarecimento do crédito chega a famílias e companhias. O alerta da agência recai sobre quem carrega título público, ação ou posição em dólar, porque uma dívida em trajetória de alta tende a manter o juro básico elevado por mais tempo.
