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Em janeiro de 2023, quando Lula assumiu, o governo central tinha superávit primário de 0,5% do PIB, e não déficit de 2,8%.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 4 veículos. Como fazemos
Lula defendeu nesta sexta-feira a política fiscal do governo e afirmou que o pobre não pagará a conta de um ajuste nas contas públicas. A fala ocorreu na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), sob cobrança do mercado por corte de gastos.
Para quem tem ação, título ou dinheiro aplicado, o recado fiscal mexe direto no juro. O Copom manteve a Selic em 13,75% nesta semana. A dívida bruta do país chegou a 82,9% do PIB, alta de mais de 11 pontos percentuais no terceiro mandato, segundo Money Times e Forbes Brasil. Depois da reeleição no fim de outubro, os juros futuros subiram, o Ibovespa (^BVSP) caiu e o dólar (USDBRL) se valorizou ante o real.
O presidente disse que recebeu o governo com déficit de 2,8% e vai entregar orçamento com superávit. O Valor Econômico aponta erro no número: em janeiro de 2023, o governo central registrou superávit primário de 0,5% do PIB, ou R$ 46,4 bilhões. Em setembro, o superávit primário somou R$ 4,839 bilhões, contra déficit de R$ 14,4 bilhões um ano antes.
O presidente questionou a comparação da dívida brasileira com a de Estados Unidos, França e Japão e afirmou que parte do que se inclui como dívida pública não deveria estar ali. Ele também disse ter sido o único presidente, de 2003 a 2010, a fazer superávit primário todo ano. "Ninguém pode falar mais de responsabilidade fiscal do que minha equipe econômica", afirmou, segundo o Valor.
O presidente pediu aos ministros que afunilem as medidas de ajuste para validação só depois de sua viagem ao exterior, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Ele embarca para a COP31, em Antália, na Turquia, e depois vai às Filipinas para a cúpula da Asean, de 15 a 17 de novembro.
g1
Pressionado a cortar gastos, Lula diz que Brasil tem 'seriedade fiscal' e que 'pobre não pagará a conta'Valor Econômico
Lula defende responsabilidade fiscal, mas reforça que 'o pobre não pagará a conta' por mais ajusteMoney Times
Lula enfrenta pressão do mercado e defende responsabilidade fiscal com foco socialEste texto foi escrito com IA a partir das fontes acima e pode ter erros. Confira os fatos nas fontes. Viu um erro? Avise a gente.