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Dólar sobe 10,7% pós-eleição e chega a R$ 5,49 com fiscal no radar
Copom interrompeu sequência de cinco cortes e manteve a Selic em 13,75%, citando incerteza fiscal como prêmio de risco.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Dólar sobe 10,7% de 26/10 a 06/11
- Copom mantém Selic em 13,75% ao ano
- Focus vê dólar a R$ 5,34 no fim de 2026
O dólar acumula alta de 10,7% desde 26 de outubro e voltou a flertar com R$ 5,50 às vésperas do pronunciamento de Lula. A moeda fechou a quinta-feira (5) a R$ 5,4876, alta de 0,67%, e seguia na casa de R$ 5,49 nesta sexta (6).
Para quem tem ação, título ou dinheiro aplicado, o câmbio virou o termômetro do risco fiscal. Dólar mais alto encarece importados e insumos e pressiona a inflação, o que sustenta a aposta em juros altos por mais tempo.
Dólar passou de R$ 5,60 no primeiro pregão após a eleição
No dia 26 de outubro, primeiro pregão depois do segundo turno, o dólar superou R$ 5,60, com investidores se desfazendo de posições. Desde então, a moeda busca estabilização entre R$ 5,40 e R$ 5,50.
O último Focus projeta mediana de R$ 5,34 para o fim de 2026. Para 2027, a mediana das instituições é de R$ 5,40.