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Minoritários da Oncoclínicas levam disputa da OPA ao colegiado da CVM
Diretora Marina Copola declarou impedimento para votar no caso, e a oferta em disputa prevê preço acima de R$ 16 por ação.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Abraicc pede revisão completa das decisões da SRE/GER-1 e afastamento da gerência
- Minoritários defendem OPA acima de R$ 16 por ação; papéis eram negociados a cerca de R$ 1,46 na B3
- Diretora Marina Copola declarou impedimento no julgamento da OPA
Acionistas minoritários da Oncoclínicas (ONCO3) recorreram ao colegiado da CVM para revisar a condução da Oferta Pública de Aquisição (OPA) da companhia. O grupo, reunido na Abraicc, pede o afastamento da área técnica que analisa o caso.
A OPA define quanto o controlador paga para sair do capital, então o impasse mexe direto no preço que o minoritário recebe. A Abraicc defende oferta acima de R$ 16 por ação, enquanto os papéis eram negociados perto de R$ 1,46 na B3. Do outro lado está o fundo estrangeiro Centaurus, ligado à estrutura da oferta contestada.