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Dívida líquida da CSN chega a R$ 42,13 bilhões e alavancagem sobe a 3,49 vezes
Ebitda ajustado de R$ 2,77 bilhões ficou cerca de R$ 100 milhões acima do esperado pelo BTG, mas despesas financeiras com variação cambial levaram a prejuízo de R$ 773 milhões no trimestre.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 3 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Prejuízo líquido de R$ 773 milhões no 2T26, contra R$ 130 milhões negativos no 2T25
- Receita líquida de R$ 11,30 bilhões, +5,7% ano a ano
- Dívida líquida de R$ 42,13 bilhões e alavancagem de 3,49x
A CSN (CSNA3) perdeu R$ 773 milhões no segundo trimestre de 2026, prejuízo 494,6% maior que o de um ano antes. Entre abril e junho de 2025, a perda havia sido de R$ 130 milhões.
Para quem tem a ação, o resultado não veio da operação: as despesas financeiras com variação cambial comeram o ganho do trimestre. O problema que fica é a dívida líquida de R$ 42,13 bilhões, que limita o espaço para cortar juros pagos e mantém a desalavancagem como ponto central da tese.
Ebitda sobe 4,9% e receita avança 5,7%
O Ebitda ajustado somou R$ 2,77 bilhões, 4,9% acima do segundo trimestre de 2025. A receita líquida chegou a R$ 11,30 bilhões, com alta de 5,7% na mesma base.