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Inadimplência das famílias atinge 9,2% e chega ao maior nível desde 2012
Banco Central estima que a mudança contábil responde por 45% da alta da inadimplência desde dezembro de 2024.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Ativos problemáticos: 9,2% em junho de 2026; pico de 9,3% e 6,3% em 2021
- Cartão de crédito: 12,7% em junho, após 13,2%; crédito pessoal não consignado: 14,9%
- 20,3 milhões de endividados de risco, 17% dos devedores e 75% acima de junho de 2021
As dívidas das famílias com pagamento atrasado ou risco de calote chegaram a 9,2% da carteira de crédito às pessoas físicas em junho. É o maior nível desde 2012, segundo o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central.
O indicador estava em 6,3% em 2021, o ponto mais baixo da série, e chegou a 9,3% pouco antes de junho. Para quem tem ação de banco, a piora pressiona as provisões para perdas e já levou as instituições a sinalizar crédito mais restrito às famílias no segundo semestre.