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Inadimplência recua a 29,3%, menor patamar do ano, com 81,6% das famílias ainda devendo
Atraso médio cai para 65,1 dias, mas na faixa de até três salários mínimos a inadimplência sobe a 38,6%, único grupo com alta.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- 81,6% das famílias tinham dívidas a vencer em outubro
- Inadimplência recuou de 29,6% para 29,3%
- Selic mantida em 13,75% ao ano
O endividamento das famílias brasileiras recuou pelo segundo mês seguido e ficou em 81,6% em outubro, informou a CNC. A inadimplência caiu para 29,3%, o menor nível do ano, e o tempo médio de atraso diminuiu para 65,1 dias.
O alívio é pequeno e chega devagar. O índice de endividados cedeu 0,1 ponto percentual ante setembro, mas está acima dos 79,5% de outubro de 2025. Quem tem dinheiro aplicado em crédito, de bancos a varejistas que financiam compras, acompanha esse número porque ele mede a capacidade de as famílias honrarem as parcelas.
A parcela que se considera muito endividada caiu de 17,3% para 16,8%, o menor nível desde abril. As que se veem pouco endividadas subiram para 35,8%. Em outubro, 19,3% das famílias destinavam mais da metade da renda a dívidas.

