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CVM exige OPA e Oncoclínicas vota suspender voto de fundo com 31,83%
Assembleia, ainda sem data, atende pedido de três fundos da Latache e pode retirar da Centaurus seu principal instrumento na companhia.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- CVM decidiu em 25/08 que a OPA é obrigatória
- Estatuto exige OPA ao atingir 15% do capital
- Josephina III detém 31,83% da Oncoclínicas
O conselho da Oncoclínicas (ONCO3) convocou assembleia para votar a suspensão dos direitos do fundo Josephina III, da Centaurus. A decisão foi comunicada ao mercado na quinta-feira (24).
A medida atinge o veículo que reúne a fatia da Centaurus, de 31,83% do capital. Se aprovada, a suspensão impede o fundo de votar nessa própria deliberação, o que retira da gestora americana o peso de seu principal instrumento na rede de tratamento de câncer.
Pedido veio de três fundos da Latache
A carta com o pedido chegou ao conselho em 15 de setembro, assinada pelos fundos Latache IV, Nova Almeida e Latache MHF I. Os conselheiros aprovaram a convocação por maioria e afirmaram que não fizeram juízo de valor sobre o mérito, que cabe aos acionistas.