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Câmara exclui gastos com saúde e educação da meta e abre folga de R$ 1,5 bi
Texto voltou à Câmara depois que o Senado retirou a exclusão de gastos com empréstimos internacionais do arcabouço fiscal.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Câmara aprovou exclusão de gastos temporários com saúde e educação do arcabouço fiscal
- Texto vai à sanção de Lula e amplia folga orçamentária em 2026
- Exceções de 2024 a 2026 somam mais de R$ 170 bilhões
A Câmara aprovou nesta segunda-feira o projeto que tira do arcabouço fiscal os gastos temporários com saúde e educação. O texto segue para a sanção do presidente Lula.
O governo ganha espaço para gastar em 2026, ano de eleição, sem estourar a meta. As despesas seguem saindo do caixa do Tesouro, que precisa se endividar para pagá-las.
Exceções somam R$ 170 bilhões até 2026
As exceções de R$ 170 bilhões até 2026 superam os R$ 158,6 bilhões reservados no Orçamento deste ano para o Bolsa Família. O arcabouço limita o avanço das despesas a um intervalo de 0,6% a 2,5% acima da inflação, mas o que fica de fora não entra nessa conta.