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Orçamento de 2026 vai a plenário com R$ 20 bi em receitas extras e corte menor de incentivos
Relator Aguinaldo Ribeiro elevou o teto de faturamento atingido pelo corte de benefícios de R$ 1,2 milhão para R$ 5 milhões, reduzindo o impacto da medida de R$ 19,9 bi para R$ 17,5 bi.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Receitas extras estimadas em R$ 20 bilhões para 2026
- Corte de incentivos fiscais reduzido de R$ 19,9 bi para R$ 17,5 bi
- JCP sobe de 15% para 17,5%; CSLL de fintechs aumenta
O Congresso vota nesta quinta-feira o Orçamento de 2026, após aprovar a arrecadação extra que o governo quer para fechar as contas. A Comissão Mista de Orçamento aprecia o texto pela manhã, e o plenário deve votar a partir do meio-dia.
A Câmara e o Senado aprovaram na quarta-feira o projeto que corta 10% de parte dos incentivos fiscais e eleva tributos sobre apostas, fintechs e juros sobre capital próprio (JCP). O relator Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) incluiu as medidas para assegurar R$ 20 bilhões em receitas adicionais em 2026.
Para quem acompanha o risco fiscal, o Orçamento fixa quanto o governo pretende arrecadar e gastar em um ano cuja meta é de , cerca de R$ 34 bilhões. O Ministério da Fazenda afirma que, sem as medidas, cresceria o risco de o governo abrir 2026 com bloqueios de gastos.