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Oncoclínicas triplica prejuízo para R$ 438,7 mi no 1T26 e queima caixa
Receita líquida cai 22,3%, Ebitda ajustado fica negativo e alavancagem sobe para 5,2 vezes.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Prejuízo ajustado de R$ 425 milhões, deterioração de 410% na base anual
- Receita líquida de R$ 1,1 bilhão, queda de 22,3%
- JP Morgan mantém recomendação underweight para ONCO3
A Oncoclínicas (ONCO3) teve prejuízo líquido de R$ 438,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, mais que o triplo do ano anterior. O caixa operacional ficou negativo em R$ 153,1 milhões, e o Ebitda ajustado também veio negativo, em R$ 49,2 milhões.
Para quem tem a ação, o balanço mostra que o turnaround do novo CEO, Carlos Gil, ainda não chegou ao resultado. A alavancagem, medida pela dívida líquida sobre o Ebitda dos últimos 12 meses, subiu para 5,2 vezes, ante 3,2 vezes um ano antes.
Prejuízo ajustado sobe 410% e Ebitda fica negativo
Mesmo sem efeitos não recorrentes, o prejuízo ajustado somou R$ 425 milhões, com deterioração de 410% na base anual. O Ebitda ajustado ficou negativo em R$ 49,2 milhões, revertendo os R$ 153,9 milhões positivos de um ano antes. “Este foi um trimestre de decisões importantes para o fortalecimento da companhia no longo prazo”, afirmou Carlos Gil.