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Oncoclínicas nega aporte de R$ 500 milhões e ação tomba 25%
Alavancagem da companhia chegou a 5,2 vezes o Ebitda no primeiro trimestre, e a empresa tem até junho para fechar acordo com credores.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 3 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Rumor envolvia aporte de ao menos R$ 500 milhões; companhia nega conhecimento de proposta.
- Empréstimo emergencial de R$ 150 milhões foi captado junto à Lumina Capital.
- Prejuízo de R$ 438,7 milhões no 1T26 e alavancagem de 5,2 vezes.
As ações da Oncoclínicas (ONCO3) tombaram cerca de 25% nesta quinta-feira (28) e lideraram as perdas do Ibovespa. Os papéis giravam perto de R$ 1,30 depois que a empresa disse não ter conhecimento de uma proposta de aporte de R$ 500 milhões.
O tombo devolve parte da recuperação da véspera, quando o mercado apostou numa capitalização da MAK Capital, gestora que detém cerca de 6% da companhia. Sem o dinheiro novo, a empresa segue com dívida líquida de R$ 3,2 bilhões.
A alavancagem, medida pela dívida líquida sobre o Ebitda de 12 meses, chegou a 5,2 vezes em março, contra 3,2 vezes um ano antes. Segundo o Valor Econômico, uma solução considerada sustentável exigiria cortar cerca de R$ 1,5 bilhão em dívida.