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Oncoclínicas fecha 2025 com prejuízo de R$ 3,67 bi e alerta para continuidade
Auditoria da Deloitte aponta incerteza sobre a continuidade da operação, e a alavancagem chega a 4,3 vezes o Ebitda após os ajustes dos credores.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 5 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Prejuízo de R$ 3,67 bi em 2025, ante R$ 717 mi em 2024
- Capital circulante negativo em R$ 2,31 bi; empréstimos e financiamentos somam R$ 3,2 bi
- Porto Seguro propôs aporte de R$ 500 mi; Fleury entraria no negócio
A Oncoclínicas (ONCO3) fechou 2025 com prejuízo líquido de R$ 3,67 bilhões, ante perda de R$ 717 milhões em 2024. A Deloitte, auditora do balanço divulgado na noite de quinta-feira (9), apontou incerteza relevante sobre a continuidade da operação.
O capital circulante está negativo em R$ 2,31 bilhões: a rede deve mais no curto prazo do que tem a receber. Dos R$ 3,23 bilhões de dívida, R$ 2,9 bilhões migraram para o passivo circulante após o descumprimento de cláusulas financeiras (covenants), segundo o NeoFeed. Sem dispensa dos credores seguem R$ 1,88 bilhão. No início do ano, o caixa de R$ 520 milhões cobria pouco de R$ 3,43 bilhões em obrigações de curto prazo.