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Oncoclínicas nega oferta da Starboard e avalia financiamento de R$ 150 milhões
Proposta da MAK Capital e da Lumina prevê FIDC com cessão de R$ 200 milhões em recebíveis e garantias que a Oncoclínicas considera inviáveis.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Proposta de MAK e Lumina prevê financiamento de R$ 100 milhões a R$ 150 milhões
- FIDC teria cessão de R$ 200 milhões em recebíveis
- Exclusividade com Porto e Fleury vai até 12 de abril
Oncoclínicas (ONCO3) comunicou à CVM que recebeu proposta não vinculante de até R$ 150 milhões da MAK Capital e da Lumina. O piso é de R$ 100 milhões. A operação seria montada por um FIDC com cessão de R$ 200 milhões em recebíveis, segundo comunicado enviado em 24 de março.
A empresa afirmou que as condições exigidas, entre elas garantias que considera inviáveis, estão em reavaliação, e que busca alternativas para viabilizar a operação. Um FIDC compra recebíveis da companhia e antecipa o caixa em troca de deságio e garantias, o que explica a exigência contestada pela Oncoclínicas.