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Moody's corta rating da CSN para BBB.br e mantém revisão para novo corte
Sem a CSN Mineração, o caixa da siderúrgica cai para cerca de R$ 4 bilhões, e os vencimentos somam R$ 5,6 bilhões em 2026.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Rating corporativo caiu de AA-.br para BBB.br e segue em revisão
- Caixa consolidado de R$ 12,8 bi contra dívida de curto prazo de R$ 9,3 bi
- Fluxo de caixa livre negativo de cerca de R$ 2 bi no 1º trimestre
A Moody's Local Brasil rebaixou o rating para BBB.br, dois degraus abaixo da nota anterior, AA-.br, e manteve a classificação em revisão para um novo corte. A agência apontou dificuldade da CSN (CSNA3) para administrar dívidas de curto e médio prazo com a geração de caixa sob pressão.
O rating menor encarece a rolagem da dívida da siderúrgica em um ambiente de aversão ao risco. Como a nota segue em revisão, um novo rebaixamento pode vir se a liquidez não melhorar.
Caixa de R$ 12,8 bi está concentrado na mineração
Em março de 2026, a CSN tinha R$ 12,8 bilhões em caixa consolidado e R$ 9,3 bilhões em dívida de curto prazo ajustada. A Moody's diz que parte relevante dessa liquidez está na CSN Mineração (CMIN3) e não está disponível para a holding. Excluindo a mineradora, o , contra vencimentos de: