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GPA perde R$ 1,35 bi no 1T e vê dúvida sobre continuidade
Receita cai 8,2% com o fim do formato Aliados, mas Ebitda ajustado sobe 12% e margem chega a 10,5%.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 5 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Prejuízo líquido continuado de R$ 1,347 bi no 1T26
- Déficit de capital circulante de R$ 3,9 bi e dúvida de continuidade
- Receita líquida de R$ 4,3 bi, queda de 8,2% ano a ano
O GPA (PCAR3) teve prejuízo líquido de R$ 1,35 bilhão no primeiro trimestre de 2026, contra perda de R$ 93 milhões um ano antes. A varejista afirmou haver "dúvida significativa" sobre a capacidade de continuar operando.
O balanço traz um déficit de capital circulante de R$ 3,9 bilhões. O plano de recuperação extrajudicial protocolado em 5 de maio, aprovado pela maioria dos credores, ainda espera homologação judicial. As demonstrações foram montadas na hipótese de continuidade.
Baixas contábeis de R$ 1,01 bi explicam o rombo
Efeitos não recorrentes sem impacto no caixa somaram R$ 1,014 bilhão. A maior fatia veio da baixa de crédito no exterior, de R$ 588 milhões, conforme o Times Brasil, seguida por softwares, fundo de comércio e impairment de lojas. Sem esses itens, o prejuízo ajustado ficaria em R$ 333 milhões.