MercadoEconomia
Galípolo vê pressão do petróleo na inflação e mantém cautela com Selic a 14,75%
Presidente do BC diz que a autarquia prefere esperar 45 dias para avaliar os desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Galípolo citou choque de oferta provocado por ataques dos EUA e Israel ao Irã
- BC cortou a Selic em 0,25 p.p. neste mês, para 14,75% ao ano
- Autoridade manteve o balanço de riscos inalterado e vê 45 dias para avaliar desdobramentos
O presidente do BC, Gabriel Galípolo, disse nesta segunda que o choque de petróleo do conflito no Irã pressiona a inflação e a atividade. Segundo ele, a autoridade monetária incorpora o impacto com cautela e de forma gradual, sem reagir a posições extremadas do mercado.
O BC cortou a Selic em 0,25 ponto neste mês, para 14,75% ao ano, e não deu sinalização clara sobre os próximos passos. A taxa define o retorno da renda fixa e o custo do crédito das empresas, e a autarquia citou "forte aumento da incerteza" com os conflitos no Oriente Médio.