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BC permite abater do compulsório R$ 30 bi antecipados ao FGC em 2026
Medida da Resolução BCB nº 551 vale por cinco anos e evita que bancos tirem recursos do caixa operacional para reforçar o fundo, preservando índices de liquidez.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 3 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Dedução pode ser aplicada sobre compulsório de depósitos à vista ou a prazo, à escolha da instituição
- BC estima liberação de aproximadamente R$ 30 bilhões em 2026
- Objetivo é neutralidade de liquidez, evitando drenagem de recursos do sistema bancário
O Banco Central liberou os bancos para abater do compulsório o dinheiro que anteciparem ao Fundo Garantidor de Créditos. A Resolução BCB nº 551, publicada nesta terça-feira (3), prevê liberação de R$ 30 bilhões em 2026, na conta do próprio BC.
Sem a compensação, os bancos teriam de tirar recursos do caixa operacional para reforçar o FGC, o que pioraria seus índices de liquidez e poderia encarecer o crédito. O BC chama o efeito de neutralidade de liquidez, segundo o Times Brasil: o volume de dinheiro em circulação no sistema não muda. O compulsório é a fatia dos depósitos que os bancos são obrigados a manter guardada no BC.