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Bancos privados travam empréstimo de R$ 6,6 bi ao BRB sem aval do Tesouro
Ministro Luiz Fux, do STF, convocou reunião de conciliação para quinta-feira (13) para tentar destravar a operação via FGC.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao BRB seria concedido via FGC, conforme acordo de maio
- Bancos privados temem provisionamento e exigem aval do Tesouro ou de instituições públicas
- BRB está sem divulgar balanço desde o 2º trimestre de 2025, após comprar R$ 12,2 bi em créditos do Master
Bancos privados condicionam o empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao BRB a um aval do Tesouro Nacional ou de instituições públicas. O acordo foi fechado em maio via Fundo Garantidor de Crédito (FGC), mas o repasse não saiu do papel.
O risco interessa a quem acompanha ações de banco. As instituições privadas argumentam que usar garantias de fundos constitucionais obriga a provisionar recursos e pesa no balanço. Por isso, só entram na operação se o Tesouro, a Caixa ou o Banco do Brasil (BBAS3) assumirem o risco no lugar delas.