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Raízen negocia reestruturação com cisão e credores pedem até R$ 10 bi de Shell e Cosan
Shell propõe converter em ações de 40% a 50% das dívidas de bancos e investidores, sobre um endividamento total de cerca de R$ 65 bilhões.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Dívida envolvida no processo é de cerca de R$ 65 bilhões
- Shell propõe conversão de 40% a 50% da dívida em ações
- Credores pedem aporte de R$ 8 bi a R$ 10 bi; proposta atual é de R$ 4 bi
Bancos credores da Raízen (RAIZ4) avaliam uma cisão da companhia e exigem aporte maior de Shell e Cosan (CSAN3). Eles defendem um aporte de até R$ 10 bilhões.
Para quem tem ação ou título da Raízen, o formato da reestruturação define o tamanho da diluição. A companhia está em recuperação extrajudicial e negocia o maior processo do tipo em andamento no Brasil. A conversão de dívida em ações reduz o endividamento, mas dilui acionistas; a cisão pode diminuir o porcentual convertido, segundo o Seu Dinheiro.
Cisão separa usinas de combustíveis
Shell e Cosan detêm 44% do capital da Raízen cada uma. Os 12% restantes estão com o mercado. A proposta de separar os ativos de açúcar e etanol das operações de combustíveis foi pensada pela Cosan e por fundos do BTG Pactual (BPAC11) em fevereiro e apresentada à Shell.