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Raízen: credores condicionam aval a R$ 65 bi a mudanças na governança
Controladores Shell e Cosan resistiram ao pedido de novo aporte nas reuniões em Nova York; contraproposta deve sair na próxima semana, com prazo legal até 6 de junho.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Dívida da Raízen sob reestruturação: R$ 65 bilhões
- Shell aporta R$ 3,5 bi e Ometto, R$ 500 mi
- Prazo legal para acordo extrajudicial vai até 6 de junho
Credores da Raízen (RAIZ4) querem mais voz na administração da companhia em troca da reestruturação da dívida de R$ 65 bilhões. A exigência foi levada a reuniões em Nova York na semana passada, segundo a Bloomberg, citada por InvestNews e Times Brasil.
Quem tem ação ou título da companhia passa a negociar com credores que podem virar acionistas. A conversão de dívida em participação acionária, em discussão no acordo, diluiria a fatia de Shell e Cosan (CSAN3) e daria poder de voto a quem hoje só cobra. Por isso os credores condicionam o aval ao plano a mudanças na governança.
Shell e Cosan resistem a novo aporte
Nas reuniões, os de se comprometer a colocar mais dinheiro na Raízen. A Shell aceitou em março ; o fundador da Cosan, Rubens Ometto, se comprometeu com R$ 500 milhões.