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Credores da Raízen escolhem até 27 de dezembro entre ações e perda de 80%
Opção A converte 45% do crédito em units a R$ 0,50 e deve deixar credores com cerca de 83% da empresa, segundo a XP.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Opção A converte 45% do crédito em units a R$ 0,50 e 55% em dívida nova
- Opção B prevê corte de 80% e pagamento único em 2047
- Opção C paga 75% do crédito, limitado a R$ 9.750, com teto total de R$ 150 milhões
Credores de debêntures e CRAs da Raízen (RAIZ4) terão de escolher até 27 de dezembro entre virar acionistas ou aceitar perda de até 80%. O plano de recuperação extrajudicial, homologado pela Justiça em 30 de julho, torna a decisão obrigatória para todos os credores, inclusive os que não aderiram ao processo.
Quem tem o papel na carteira não pode mais esperar o vencimento original. Nenhuma das três alternativas repete as condições antigas: a Opção A aposta na recuperação da empresa, com prazos até 2035, e as Opções B e C embutem perda definida.
