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Oncoclínicas pede pausa em dívidas e convoca debenturistas de 7 emissões
Índice de dívida líquida sobre EBITDA tem limite de 3,5 vezes e a empresa avalia que pode furá-lo com o balanço de 2025.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Assembleias envolvem debêntures da 8ª à 12ª emissão
- Covenant exige dívida líquida/EBITDA de até 3,5 vezes
- CEO Bruno Ferrari foi substituído por Carlos Gil
A Oncoclínicas (ONCO3) abriu negociação com credores financeiros para prorrogar parcelas de principal e juros que vencem nos próximos meses. A companhia convocou assembleias de debenturistas das suas cinco emissões próprias, da 8ª à 12ª, para discutir a concessão de uma renúncia prévia.
A renúncia, chamada de waiver, evita que um eventual descumprimento de cláusulas do contrato de dívida seja tratado como inadimplência e antecipe o vencimento dos papéis. Sem o aval dos credores, a empresa fica exposta à aceleração da dívida. As ações ONCO3 acumulam queda nos últimos meses, com a cautela de investidores sobre o perfil de crédito da companhia.