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Iguatemi reduz dívida líquida a R$ 1,9 bi e alavancagem cai para 1,29 vez
Vendas nos 17 shoppings somaram R$ 5,7 bilhões no trimestre, alta de 12,8%, com ocupação em 97,3% e inadimplência líquida de 0,7%.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Lucro líquido: R$ 238 milhões (+121,1% a/a)
- Ebitda: R$ 397 milhões (+73,4% a/a)
- Receita líquida: R$ 357 milhões (+14,5% a/a)
A Iguatemi (IGTI11) lucrou R$ 238 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 121,1% ante igual período de 2025. O número consolidado está no relatório de resultados divulgado nesta terça-feira.
Boa parte desse lucro não veio das lojas. A venda de participações minoritárias em quatro shoppings, Alphaville, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Praia de Belas, rendeu ganho de capital de R$ 144,5 milhões, mais da metade do lucro do trimestre. O vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores, Guido Oliveira, resumiu a estratégia: "Vendemos os ativos menos resilientes para focar nos trophy assets".
No critério ajustado, que exclui o efeito da linearização dos aluguéis, o lucro foi de R$ 239,5 milhões, avanço de 110%, conforme a Suno Notícias. A conta de juros correu em paralelo: a despesa financeira líquida somou R$ 100,7 milhões, 27% acima de um ano antes.