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Ibiúna vê ajuste fiscal só no choque e dívida em 83% do PIB
Economista do UBS projeta alta de mais de 4 pontos do PIB ao ano na dívida com juros altos e crescimento baixo.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Azevedo diz que o país já não conta com o benefício da dúvida no ajuste fiscal
- Cenário apontado inclui choque brusco ou ajuste desordenado com inflação disparada
O Brasil perdeu a chance de um ajuste fiscal gradual e terá de fazer um choque, disse Rodrigo Azevedo, da Ibiúna. Ele falou no sábado (7) na conferência MBA Brasil, em Chicago.
Isso importa para quem tem ação ou título brasileiro: sem credibilidade, o ajuste pode vir pela inflação e pelo dólar alto, não por corte de gastos. A dívida bruta chega a 83% do PIB.
Dívida bruta chega a 83% do PIB
Cristiane Schmidt, da MSGÁS e da ABDE, traçou a trajetória da dívida bruta, conforme a Exame:
- 56% do PIB em 2014
- 72% em 2022
- 83% atualmente
Solange Srour, do UBS, projetou que a dívida pode subir mais de 4 pontos do PIB por ano com juros altos e crescimento baixo. O Valor Econômico relatou que Azevedo vê a inflação como o caminho mais provável para o ajuste fiscal.