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Gestores cortam aposta no real a dois meses da eleição, com Lula favorito
O JPMorgan (JPMC34) cortou a recomendação para ações brasileiras e o ETF iShares MSCI Brazil teve a maior saída diária desde 2013.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 3 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Real teve o pior desempenho entre 31 moedas na terça-feira (11) e voltou a cair nesta quarta (12)
- ETF iShares MSCI Brazil, de US$ 8,4 bilhões, teve a maior saída diária de recursos desde 2013
- JPMorgan rebaixou recomendação para ações brasileiras; NTN-Bs superam 8% de juro real
Gestoras internacionais cortaram posições no real e na renda fixa local antes da eleição presidencial de outubro, na qual Luiz Inácio Lula da Silva aparece favorito. Aberdeen, Vontobel e VanEck estão entre as casas que reduziram risco no Brasil, segundo o InfoMoney e o InvestNews.
A retirada atinge quem carrega real, título público ou ação brasileira. A moeda acumula alta de cerca de 6% frente ao dólar no ano, um dos melhores desempenhos entre emergentes, sustentada por juros reais entre os mais altos do mundo, com a Selic em 14% ao ano. Kieran Curtis, da Aberdeen, afirmou que "faz sentido entrar no período eleitoral com um pouco menos de risco no Brasil".