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Santander Brasil deve lucrar R$ 4,06 bi no 4T25 e Citi vê OPA à frente
Banco abre a temporada de balanços dos grandes e apresenta as metas do grupo para 2026-2028 no Investor Day de 25 de fevereiro.
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Banco abre a temporada de balanços dos grandes e apresenta as metas do grupo para 2026-2028 no Investor Day de 25 de fevereiro.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
O Santander Brasil (SANB11) divulga na quarta-feira (4) o balanço do quarto trimestre de 2025, com lucro estimado em R$ 4,06 bilhões pelo consenso de analistas.
O banco é o primeiro dos grandes a reportar e abre a temporada de balanços do setor. A projeção de lucro recorrente varia conforme a casa: R$ 4,033 bilhões pela LSEG, citada pelo InfoMoney, e R$ 4,1 bilhões no Goldman Sachs e no Itaú BBA. A média das estimativas aponta retorno sobre o patrimônio (ROE) de 17,5%.
O consenso da Bloomberg, citado pelo Seu Dinheiro, projeta alta de 5,5% sobre o quarto trimestre de 2024. Analistas esperam avanço moderado da carteira de crédito, de cerca de 3% em 12 meses, com foco em cartões de alta renda, crédito imobiliário e pequenas e médias empresas.
Três linhas devem sustentar o resultado:
A recuperação do ROE rumo à meta de mais de 20% deve ficar concentrada em 2027, segundo o JPMorgan e a XP.
O Citi avalia que o grupo Santander pode usar o capital excedente para fechar o capital da subsidiária brasileira. Cerca de 10% das ações do Santander Brasil estão com minoritários, e uma oferta a preços de mercado elevaria o lucro por ação do grupo em cerca de 2%. O banco brasileiro responde por cerca de 16% do lucro do grupo.
A administração do Santander Brasil evitou fazer projeções sobre uma eventual OPA dos 10% minoritários na teleconferência do terceiro trimestre, mas afirmou que os múltiplos não refletem a execução já entregue. O grupo espanhol registrou lucro de 579 milhões de euros no Brasil no quarto trimestre, queda de 3,7% ante o trimestre anterior sem efeito cambial, informou o InfoMoney.
O Citi estima corte de custos de 900 milhões de euros até 2028. O payout total, hoje em 50% dividido entre dividendos e recompras, pode chegar a 72% no ciclo, na conta do banco. O relatório também cita a compra dos 50% restantes da joint venture de seguros na Espanha, hoje com a Aegon (A1EG34).
As metas para 2026-2028 serão apresentadas no Investor Day de 25 de fevereiro.
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