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Durigan quer cortar teto de gastos do arcabouço de 2,5% para 1,5%
Ministro disse que a alta de preços que preocupa o Banco Central vem da guerra no Oriente Médio, não só da política fiscal.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Limite de alta anual das despesas do arcabouço pode cair de 2,5% para cerca de 1,5%
- Selic está em 14% e a meta de inflação é de 3% ao ano
- Copom vê inflação pressionada pela demanda e monitora repasse da guerra aos preços
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta sexta-feira que o governo vai seguir apertando o arcabouço fiscal. Em entrevista à GloboNews, ele afirmou que a contenção de gastos serve para colaborar com a política monetária do Banco Central.
O arcabouço fixa em 2,5% o limite de aumento anual das despesas. Durigan indicou a investidores a intenção de reduzir esse teto para 1,5%, sempre acima da inflação, segundo o InfoMoney. Ele afirma que um resultado fiscal melhor ajuda o BC a conduzir os juros, hoje em 14%.
