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Master dependia do FGC como base do modelo, diz Vorcaro em depoimento
Controlador afirmou ter aportado quase R$ 6 bilhões de recursos próprios para sustentar o banco durante a crise de liquidez.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Modelo era 100% baseado no FGC, segundo depoimento
- Originação mensal de R$ 400 mi a R$ 500 mi foi reduzida para preservar liquidez
- FGC recebeu cerca de 600 mil pedidos de ressarcimento até 19/01
O controlador do Banco Master, Vorcaro, admitiu à PF problemas de liquidez e disse que o banco usava o FGC como base do modelo. A informação consta de transcrição de depoimento prestado no fim de 2025, segundo o Times Brasil.
Para quem tinha dinheiro no Master, o relato detalha como o modelo dependia do FGC, que agora ressarce correntistas e investidores em valores de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. O FGC, Fundo Garantidor de Créditos, é uma associação privada sem fins lucrativos do Sistema Financeiro Nacional.
Plano era 100% baseado no FGC
Vorcaro disse à PF que o e que isso não representava irregularidade até as regras mudarem com a expansão da instituição. Ele afirmou que a cessão de ativos virou a principal forma de captação e ganhou peso até o anúncio da possível venda ao BRB.