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CMN aperta FGC e exige 5% em títulos públicos a partir de julho de 2026
Conselho também dobrou a contribuição extra dos bancos, de 0,01% para 0,02%, e baixou o gatilho para 60% das captações via dívida.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Ativo de Referência: parcela em títulos públicos começa em 5% em 1º/7/2026 e chega a 100% em 1º/7/2028
- LCR passa a valer para o Segmento 2; segmentos 3 e 4 terão LCRS simplificado
- Exigência mínima de 90% entre 1º/1/2027 e 30/6/2027 e de 100% a partir de 1º/7/2027
O Conselho Monetário Nacional aprovou nesta quinta-feira (23) um pacote que endurece as regras do FGC e a exigência de liquidez dos bancos. O Banco Central afirma que as medidas buscam reduzir riscos no sistema financeiro.
Quem tem CDB, LCI ou LCA de banco de menor porte sente a mudança pela oferta, não pela garantia. O FGC continua cobrindo até R$ 250 mil por instituição, com teto de R$ 1 milhão a cada quatro anos. As regras valem a partir de 1º de junho de 2026, quando emissões grandes e com remuneração alta ficam mais caras para quem as faz.