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BBAS3 sobe 11% a R$ 26,33 com cenário eleitoral e juros longos no radar
Cada queda de 100 pontos-base nos juros longos já esteve ligada a cerca de 13% de alta de BBAS3, sensibilidade maior que a de Bradesco e Itaú.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- BBAS3 avançou 11%, a R$ 26,33
- Flávio teve 47,03% e Lula 45,16% no 1º turno
- Morgan Stanley: -100 pb nos juros longos equivale a +13% em BBAS3
As ações do Banco do Brasil (BBAS3) subiram 11%, a R$ 26,33, após o resultado do primeiro turno das eleições. A alta veio com a reprecificação dos ativos brasileiros.
Para quem tem BBAS3, o resultado eleitoral muda a expectativa para os juros longos, e o banco está entre os mais sensíveis a essa relação. Um estudo do Morgan Stanley citado pelo InfoMoney analisou os últimos dez anos. O cálculo mostra que cada queda de 100 pontos-base nos juros longos esteve associada a cerca de 13% de valorização de BBAS3. A relação é histórica, e a ação tende a subir quando os juros longos caem.