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Vale mira 700 mil t de cobre em 2035 e 35% do Ebitda em metais básicos
Fluxo de caixa livre da Vale Base Metals deve ficar entre US$ 400 milhões e US$ 1,9 bilhão em 2026.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 5 veículos. Como fazemos
Em resumo
- VBM pode representar 30% a 35% do Ebitda consolidado da Vale a partir de 2035.
- Fluxo de caixa livre da VBM em 2026 estimado entre US$ 0,4 bilhão e US$ 1,9 bilhão.
- Premissas incluem cobre de US$ 11.600/t a US$ 13.200/t, níquel de US$ 15.000/t a US$ 18.100/t e ouro de US$ 4.300/oz a US$ 5.500/oz.
A Vale (VALE3) planeja quase dobrar a produção de cobre e transformar a divisão de metais básicos em seu principal motor de crescimento até 2035. A mineradora apresentou nesta terça-feira (31) o primeiro Vale Base Metals Day e informou, em fato relevante, que a subsidiária VBM responderá por 30% a 35% do Ebitda em 2035, contra 22% em 2025.
Para o acionista, a divisão deixa de ser um apêndice do minério de ferro. A VBM respondia por 10% do Ebitda em 2024 e chegou a 22% em 2025. Marcelo Bacci, vice-presidente executivo de Finanças, projeta cerca de 26% para 2026, em apresentação a investidores em Toronto, segundo o InfoMoney. Bacci disse que a subsidiária "se tornará cada vez mais relevante ao longo do tempo".