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UE veta carne brasileira e derruba Minerva e MBRF; JBS vê efeito de 1%
Bloqueio vale a partir de 3 de setembro de 2026 e atinge US$ 1,8 bilhão em exportações anuais, com a BRF como o ponto mais vulnerável do setor.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Veto europeu às proteínas brasileiras entra em vigor em 3 de setembro de 2026
- Exportações ao bloco somam cerca de US$ 1,8 bilhão por ano
- Minerva: 3,4% da receita bruta exposta; MBRF: ~2,5% (R$ 1,3 bi); JBS: 0,5% a 1,5%
A União Europeia retirou o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal, com veto a partir de 3 de setembro de 2026. O bloco publicou a decisão na sexta-feira (5) no Diário Oficial e alega que o país não comprova controle suficiente do uso de antimicrobianos na pecuária.
A reação veio na manhã desta segunda-feira (8). A Minerva (BEEF3) recuava 2,72%, a R$ 3,58, segundo o Suno Notícias. A MBRF (MBRF3) caía 1,97%, a R$ 15,45.
O risco maior não está no volume. O setor embarca US$ 1,8 bilhão por ano ao bloco, fatia pequena da exportação total, mas a Europa paga mais: a cota Hilton, de cortes bovinos nobres, remunera acima da média. Perder esse destino pressiona o mix e a margem mais do que a receita sugere.