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Suzano segura dividendos e prioriza dívida de 3,3 vezes o Ebitda
Capex de R$ 3,2 bilhões no trimestre comprimiu o caixa e levou a Suzano a afastar venda de ativos para acelerar a desalavancagem.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Alavancagem de 3,3x Ebitda em dólar no 1T26
- Capex de cerca de R$ 3,2 bilhões no trimestre
- SUZB3 caía 2,12% a R$ 43,87; queda de 14,7% no ano
A Suzano (SUZB3) indicou que os dividendos devem perder força e vai priorizar a redução da dívida de 3,3 vezes o Ebitda. A sinalização veio na teleconferência de resultados do 1T26, realizada nesta quinta-feira (30).
Para quem tem a ação, a mensagem muda a expectativa de proventos. Enquanto a alavancagem ficar acima de 3 vezes, a política de dividendos tende a ser mais cautelosa, e a chance de dividendos extraordinários ou recompras no curto prazo diminui, segundo o Seu Dinheiro. O CFO Marcelo Bacci afirmou que “a desalavancagem continua sendo uma prioridade para a companhia”.
Dívida de 3,3 vezes o Ebitda limita proventos
A Suzano encerrou o 1T26 com dívida equivalente a 3,3 vezes o Ebitda em dólar. Bacci disse que o ritmo de queda depende da geração de caixa nos próximos trimestres. A empresa também descartou vender ativos para acelerar esse processo.