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Bens de até R$ 54 bilhões sequestrados; juíza vê indícios contra Sicupira e Lemann
Magistrada autorizou buscas mesmo após o MPF afirmar não haver indícios de que acionistas ou conselheiros soubessem dos ilícitos.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Segunda fase da Operação Disclosure cumpriu nove mandados de busca no Rio e em São Paulo
- Justiça determinou sequestro de bens dos investigados até o limite de cerca de R$ 54 bilhões
- MPF se manifestou contra as buscas e o bloqueio de bens, mas a juíza autorizou as medidas
A juíza Giovana Brantes Calmon viu indícios de que Sicupira e Lemann sabiam das fraudes contábeis na Americanas (AMER3). A avaliação está na decisão que autorizou buscas e apreensão contra os empresários na segunda fase da Operação Disclosure, deflagrada em 25 de junho.
A decisão também cita Eduardo Saggiorno Garcia, conselheiro da companhia. Para quem tem o papel, o caso mexe com a tese de que a fraude ficou restrita à diretoria que comandava a varejista. As diligências alcançaram executivos ligados a Santander (BCSA34), Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4), que negaram participação e disseram colaborar com as autoridades.