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Bolsa cai 17,5% após eleição e governo rejeita ajuste às vésperas do Copom
Gabrielli calcula que estabilizar a dívida exigiria superávit primário de 3,41% do PIB em 2027, bem acima do 0,56% previsto no Orçamento.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Bolsa perdeu 17,5% na semana pós-eleição, maior queda semanal desde março de 2020
- Copom decide a Selic na quarta-feira (4); economistas veem pausa nos cortes
- Gabrielli estima superávit primário de 3,41% do PIB em 2027, ante 0,56% no Orçamento
O governo e o PT elevaram o tom contra o mercado financeiro e rejeitaram o ajuste fiscal a dois dias do Copom. Ministros e dirigentes do partido acusaram agentes do setor de chantagem e especulação depois da queda dos ativos brasileiros na semana seguinte à reeleição de Lula.
A tensão chega às vésperas da decisão de juros e atinge quem tem ação, título público ou dinheiro em dólar. A Bolsa, que havia batido o recorde de 200 mil pontos, perdeu 17,5% na semana após a eleição. Foi o maior recuo semanal desde a semana encerrada em 20 de março de 2020, no início da pandemia.
