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Governo libera duas linhas de crédito a aéreas e prevê neutralidade fiscal
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
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Em resumo
- Primeira linha: até R$ 2,5 bilhões por mutuário, via FNAC e operada pelo BNDES
- Segunda linha: R$ 1 bilhão para capital de giro de seis meses, com risco da União
- Impacto anualizado de até R$ 31 bilhões, compensado por receita extra de petróleo; Brent a US$ 90 geraria cerca de R$ 40 bilhões
O governo anunciou duas linhas de crédito para empresas aéreas reduzirem o impacto da alta dos combustíveis provocada pelo conflito no Irã. A primeira, com recursos do FNAC, tem até R$ 2,5 bilhões por mutuário e será operada pelo BNDES ou por bancos habilitados; a segunda aloca R$ 1 bilhão para capital de giro de seis meses, com risco da União e condições a serem definidas pelo CMN. O pacote tem impacto anualizado de até R$ 31 bilhões, que o ministro Bruno Moretti diz ser compensado por receitas extras do petróleo, estimadas em cerca de R$ 40 bilhões com o Brent a US$ 90, incluindo impostos, royalties e dividendos da Petrobras.