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Santander elege Finkelzstain CEO, mas posse depende do BC e da saída da B3
Segundo o JP Morgan, a troca de comando preserva a disciplina de custos e a seletividade no crédito, sem guinada estratégica.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Aprovação do novo CEO foi unânime pelo conselho de administração
- Mandato complementar vai até a posse dos eleitos após a AGO de 2027
- Posse condicionada ao BC, ao fim do vínculo com a B3 e à saída de Mario Leão
O conselho de administração do Santander Brasil (SANB11) aprovou Gilson Finkelzstain por unanimidade para diretor-presidente nesta sexta-feira (8). A posse ainda depende do aval do Banco Central, do fim do vínculo dele com a B3 (B3SA3) e da saída de Mario Roberto Opice Leão.
Para quem tem ação do banco, o JP Morgan avalia que a troca de comando mantém duas frentes: disciplina de custos e seletividade no crédito. A leitura é de continuidade, não de guinada estratégica.
Mandato termina após assembleia de 2027
O mandato é complementar e termina na . A indicação foi recomendada pelo Comitê de Nomeação e Governança. O executivo declarou estar apto ao cargo e atender às exigências do Conselho Monetário Nacional.