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IOF de até 8,7% pode zerar vantagem de LCI e LCA sobre o Tesouro
Benefício fiscal desses papéis custa cerca de R$ 33 bilhões por ano aos cofres públicos, e a mudança poderia sair por decreto, sem passar pelo Congresso.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 4 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Estudo abrange LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas, hoje com IOF zero
- Renúncia fiscal dos títulos incentivados é estimada em R$ 33 bilhões por ano
- Em 2025, MP com IR de 5% sobre novas emissões perdeu validade após a Câmara retirá-la da pauta por 251 votos a 193
A equipe econômica do governo Lula estuda cobrar IOF sobre LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas, aplicações hoje com alíquota zero do tributo. A informação é do jornal O Globo, reproduzida por InfoMoney, Money Times e InvestNews nesta quarta-feira (28).
O benefício fiscal desses papéis custa cerca de R$ 33 bilhões por ano aos cofres públicos, segundo o InfoMoney. Uma cobrança de IOF reduziria a vantagem dos isentos, que hoje rendem mais que títulos do Tesouro de prazo parecido. Segundo o InvestNews, um IOF de 8,7% cortaria o retorno de uma LCI que paga 90% do CDI.