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BTG alerta para risco de alta da meta de inflação a 4% ou 4,5%
Estudo cita que o debate sobre a meta em 2023 elevou a mediana do Focus para 2026 de 3,15% para 4% sem mudança na regra.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Uruguai: inflação média de 8,3% entre 2013 e 2021 após ampliar banda da meta
- Argentina: peso depreciou 51% em seis meses e inflação de 2018 fechou em 47,6% contra meta de 15%
- Brasil em 2023: Focus para 2026 subiu de 3,15% para 4% durante debate sobre meta
O BTG Pactual (BPAC11) estudou países que elevaram a meta de inflação e concluiu que a mudança só funcionou com aperto fiscal e monetário. O levantamento, dos economistas Tiago Berriel e Mateus Della, foi publicado pelo Valor Econômico.
Quem tem BPAC11 acompanha o debate porque a meta ancora as expectativas de inflação e a trajetória da Selic, que baliza o crédito e o lucro de bancos. O estudo cita Uruguai, Argentina, Turquia e dois episódios brasileiros.

