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Dívida bruta bate 82,93% do PIB, pior marca desde março de 2021
Juros sobre o endividamento pressionaram o indicador, parcialmente compensado por resgate líquido de títulos e crescimento da atividade.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Dívida bruta: 82,93% do PIB em setembro, maior desde março de 2021 (85,10%)
- Dívida líquida: 70,0% do PIB, ante 69,3% em agosto
- Déficit primário de R$ 5,5 bilhões, pior que a expectativa de superávit de R$ 0,5 bilhão
A dívida bruta do Brasil subiu a 82,93% do PIB em setembro, o maior nível em mais de cinco anos, informou o Banco Central nesta quinta-feira (29). O percentual superou os 82,87% de agosto.
É o patamar mais alto desde março de 2021, quando a dívida bruta estava em 85,10% do PIB, pressionada pelos gastos com a pandemia. Para quem carrega títulos públicos, o dado importa porque o gasto com juros sobre o endividamento foi justamente o que empurrou o indicador para cima. Um resgate líquido de títulos pelo Tesouro e o crescimento da atividade econômica compensaram parte dessa pressão.