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Desemprego em 5,4% reforça aposta em Selic de 14,25% por mais tempo
Renda média real recuou 1,5% ante o trimestre anterior, para R$ 3.738, enquanto a ocupação chegou a 103,1 milhões de pessoas.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 4 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Desemprego de 5,4% no 2º tri, contra 6,1% no 1º tri e 5,8% há um ano
- Renda real média recuou 1,5% no trimestre, para R$ 3.738
- População ocupada subiu 1,1% e chegou a 103,057 milhões; desempregados caíram 10,9%, a 5,861 milhões
A taxa de desemprego do Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em junho, a menor para o período desde o início da série do IBGE, em 2012. O resultado ficou dentro das estimativas do mercado, que variavam de 5,3% a 5,6%, segundo a Suno Notícias.
Para quem tem ação ou título atrelado à Selic, o dado reforça a aposta em juros altos por mais tempo. Desemprego em mínima e massa de renda em alta sustentam o consumo e mantêm a inflação de serviços pressionada, o que trava cortes maiores da taxa básica, hoje em 14,25%.