EmpresasRegulação e Justiça
Copasa rebate TCE-MG e diz à CVM que oferta de ações segue possível
Empresa afirma que a venda, se ocorrer, será feita por oferta pública de ações, sem edital nem leilão.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- TCE-MG recomendou que atos definitivos da privatização aguardem conclusão do tribunal
- Copasa diz que estrutura não inclui edital de venda nem leilão, mas oferta pública de ações
- Companhia ainda não recebeu do Estado definições sobre cronograma
A Copasa (CSMG3) informou à CVM que a decisão do TCE-MG não proibiu a oferta de ações que pode privatizar a companhia. Em ofício ao regulador, a empresa mineira disse que o tribunal apenas recomendou esperar a conclusão da análise antes de qualquer passo definitivo.
Para quem tem a ação, o documento sustenta que a operação segue viável e rebate a leitura de que o tribunal travou o processo. A empresa levou sua posição à CVM para delimitar o alcance da decisão do TCE-MG, que recomendou esperar a conclusão do julgamento. A Copasa afirma que e que vai comunicar o mercado quando houver novidades.