Brent passa de US$ 100 e Petrobras, PRIO e Brava sobem até 3,5%
O Brent chegou a US$ 119,50 mais cedo, maior salto absoluto em um único dia, antes de recuar para US$ 100 o barril.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
Brent subia 8,20%, a US$ 100, após atingir US$ 119,50; WTI avançava 7,56%, a US$ 97,86.
Petrobras, PRIO, Brava e PetroRecôncavo tinham altas de 1% a 3,5% e lideravam o Ibovespa.
Brent acumulava alta de 66% e WTI de 77% desde o fechamento anterior aos ataques de 28 de fevereiro.
Petrobras (PETR3;PETR4), PRIO (PRIO3), Brava (BRAV3) e PetroRecôncavo (RECV3) subiam na manhã desta segunda-feira com o Brent de volta acima de US$ 100 o barril. As petroleiras subiam entre 1% e 3,5% por volta das 10h40 e lideravam os ganhos do Ibovespa, segundo o InfoMoney, em ritmo menor que o da abertura.
O preço acima de US$ 100 sustenta a receita de quem extrai e vende cada barril pelo preço internacional. O desde o último fechamento antes dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã, em 28 de fevereiro. O WTI sobe 77% no mesmo intervalo.
Brent acumula alta de 66%
Brent chega a US$ 119,50 e recua para US$ 100
O Brent chegou a US$ 119,50 por barril mais cedo, no maior salto absoluto em um único dia. O WTI marcou US$ 119,48 na mesma sessão turbulenta. No meio da manhã, o Brent subia 8,20%, a US$ 100 o barril. O WTI avançava 7,56%, a US$ 97,86.
O prêmio do contrato do primeiro mês sobre o de seis meses chegou a quase US$ 36, recorde nas séries da LSEG desde 2004. A estrutura, chamada backwardation, mostra que os operadores veem escassez intensa de oferta atual.
Estreito de Ormuz está praticamente fechado
O Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, está praticamente fechado. A Saudi Aramco começou a cortar a produção em dois de seus campos. A produção iraquiana nos principais campos do sul caiu 70%, e o armazenamento de petróleo bruto atingiu o limite. A Kuwait Petroleum cortou a produção no sábado e declarou força maior nos embarques, sem informar o volume fechado.
G7 discute liberar reservas e alta perde força
A alta amenizou após informações de que os países do G7, incluindo os EUA, planejavam discutir uma liberação coordenada de petróleo de suas reservas estratégicas. A XP disse preferir a PRIO nesse cenário e traçou cenários para um eventual repasse da Petrobras aos combustíveis.